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    Feriado de Corpus Christi

    Artigo Feriado de Corpus Christi

    Feriado de Corpus Christi e a relação com Atibaia

    Há alguns anos a cidade de Atibaia vem se destacando no cenário cultural das cidades paulistas que se preocupam em manter algumas tradições religiosas até então desprezada por alguns municípios. A festividade de Corpus Christi, geralmente comemorada no mês de junho é um exemplo muito forte. Em 2016 participou de uma pesquisa realizada pela historiadora Lilian Vogel, em parceria com o Proac, onde apontava algumas características importantes para manter acesa essa tradição dos enfeites das ruas, com seus tapetes magníficos e muita participação do povo.

    Essa participação se dá, devido a religiosidade impregnada na cultura interiorana, como também pelo sentimento de pertencimento a uma comunidade a qual se tem o prazer em servir, aos irmãos e a Deus.

     

    Início da Tradição

    A primeira procissão aconteceu no século XII na Bélgica por iniciativa da freira Juliana de Mont Cornillon.

    Seguindo por muitos anos até chegar à instituição oficial da data em 1317 pelo Papa João XXII, que incluiu na Constituição Clementina a responsabilidade dos cristão de levar a Eucaristia em procissão por vias públicas, a partir daí, a festa passou a ser celebrada todos os anos na primeira quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade.

     

    Sobre a data da Festividade

    O Corpus Christi, assim como outras festividades da igreja católica, acontece em uma data móvel, calculadas a partir da Páscoa, a saber:

    • Quaresma: período que compreende os 40 dias que antecedem a Páscoa

    • Domingo de Ramos: domingo que antecede o domingo de Páscoa

    • Pentecostes: Celebrado após 50 dias do domingo da Páscoa

    • Corpus Christi: celebrado na quinta-feira após o domingo de Pentecostes

    A Devoção foi trazida ao Brasil pelos imigrantes açorianos juntamente com a tradição de confeccionar tapetes naturais com folhas e flores, uma solenidade muito suntuosa era realizada pelo povo português. Uma curiosidade interessante é que no Brasil essa festa adquiriu características barroco português, com abundância de cores.

    Os materiais utilizados para a confecção dos tapetes foram evoluindo ao longo dos anos, se adaptando às realidades locais e regionais, serragem é a mais comum, devido a sua coloração natural que permite o tingimento com facilidade, porém cada região utiliza o que tem de mais acessível e hoje em dia existe uma preocupação maior em utilizar um material que não agrida a natureza, por isso muitas localidades foram transformando as vivas cores de serragens e areias tingidas por belíssimas peças artesanais como crochê, patchwork, bordados e artesanatos, tornando ainda uma ação solidária, porém como já citei em algum momento, a principal lição que se tira de todo esse processo é a vivência comunitária, onde as pessoas só tendem a ganhar com o espírito colaborativo e comunitário.

     

    O Turismo Religioso

    Diante desse rico histórico, fica fácil explicar porque o turismo ganha com a propagação dessa tradição. São pouquíssimas as cidades que mantém viva essa festa, sendo as que mais recebem turistas para esse fim, se tornando um destino propício para celebrar a religiosidade. Atibaia resgatou a tradição há alguns anos e tem se destacado justamente por sua preocupação em trazer de volta algo tão significante para muitos fiéis, além disso conta com a melhor infra estrutura hoteleira da região, proporcionando conforto e praticidade, fatores decisivos para o turista que procura ser participativo nessa festa. Além de possuir outros atrativos religiosos que podem ser visitados durante sua estadia como o Santuário de Schoenstatt, Santuário de Bom Jesus dos Perdões, Santuário de Nossa Senhora de Todos os Povos e ainda a caminhada histórico religiosa que acontece no Centro Histórico da cidade, todo sábado pela manhã.

    Uma ótima oportunidade para conhecer Atibaia e ainda mergulhar na rica tradição desse povo acolhedor.

    Pedra Grande

    Artigo Pedra Grande

    Exuberância, paz e aventura

    Estes são alguns adjetivos da Pedra Grande, em Atibaia, área rochosa de 600 milhões de anos situada a 1.450 metros acima do nível do mar, na Serra do itapetinga. Reduto para esportistas praticantes de trilhas com jipes e quadriciclos, adeptos de voo de asa delta, praglider, tracking, rapel, trilhas, arvorismo, motocross, bicicross, enduro a pé e balonismo.

    Além do ecoturismo e do turismo de aventura, a Pedra Grande é comprovadamente uma alternativa terapêutica para aqueles que buscam autoconhecimento, saúde mental e espiritual. Seu tamanho (2.000 metros²) e formação geológica são responsáveis por uma energia positiva que pode ser sentida a um raio de 2500 metros a partir do seu centro o que acaba por resultar em tantos benefícios aos que a visitam, levando-a a ser comparada a outros grandes locais de cura e espiritualidade como o Mount Shasta, na Califórnia. e Machu Pichu, no Peru.

    Parque Edmundo Zanoni

    Artigo Parque Edmundo Zanoni

    Fonte: Prefeitura da Estância de Atibaia.

    Ambiente familiar, sossego e romantismo.

    Palco dos maiores eventos turísticos de Atibaia, a anual Festa das Flores e Morangos e o Revelando São Paulo Entre Serras e Águas, o Parque Edmundo Zanoni é uma agradabilíssima área verde de quase 40 mil metros quadrados nos quais imperam o sossego, o romantismo e o ambiente familiar.

    Este cartão postal de Atibaia possui lago com pedalinhos, playground, jardim japonês, viveiro de pássaros e plantas e o Salão do Artesão, onde os artistas de nossa região expõem e comercializam suas obras. Além disso, ainda tem o Museu de História Natural Professor Antonio Pegola com mais de mil animais empalhados que vale muito a visita.

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